Preservativos nas escolas

Publicado em Uncategorized às Maio 19, 2009 por Ni

Agora anda a polémica que o PS quer aprovar uma lei em que a Educação Sexual é obrigatória, em que se distribuiem preservativos nas escolas e pílulas e etc.

Adoro ver aqueles comentários deste género:

Os pais e as mães devem decidir isso. Se querem ou não que os seus filhos tenham ou não sexo enquanto menores. Em última análise e com uma boa educação sexual os mesmos estão disponíveis no mercado a preços muito acessíveis. O mesmo que custam os cigarros, as bebidas e muitos outros itens adquiridos pelos nossos jovens (veja-se à sexta à noite os bares completamente de cheios de gente jovem a beber, a fumar, etc). O que me parece é que esta é mais uma medida para melhorar as estatísticas.”

AHAHAHA que giro e engraçado! Let’s face it dude! Quer os país queiram quer não eles vão ter sexo tá?! E não são os pais que decidem ‘tá? E já agora, eu acho os preservativos caros. Sabe meu caro senhor nem todos os jovens fumam, bebem e vão prá night! Também há muitos que vivem no campo e vão engravidar as campónias porque nem sabem o que é um preservativo! Adoro quando generalizam! “Ah os jovens e o camandro”.

Depois houve esta luta genial entre duas pessoas:

“Distribuir preservativos é garantir que no caso de os adolescentes virem a encontrar-se numa situação propicia a ter relações sexuais, tenham a protecção necessária para evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis e evitarem gravidezes que não só são indesejáveis, como de alto risco de virem a constituir abortos, ou abandono, negligência e até violência sobre as crianças da parte de pais que não estavam preparados para as ter, psicologicamente, economicamente e socialmente. 

Quantos milhares de abortos e vidas arruinadas são fruto de meninos e meninas com vergonha de comprarem preservativos ou de serem vistos a comprá-los ou de os pais descobrirem que os têm? 

Ter um preservativo não significa que se vai ter sexo… para haver sexo é preciso que haja duas pessoas, capacidade de seduzir, oportunidade, local, etc. Senão não haveria necessidade de termos algumas ruas das nossas cidades cheias de transeuntes que pagam e recebem por ele… 

Significa que caso duas pessoas cheias de hormonas e tensão sexual normal do período de adolescência, possam ter a experiência mais natural e normal para dois seres humanos, sem arruinarem as suas vidas, literal ou menos literalmente. 

Quem acha que pode estragar, controlar ou condicionar a vida da restante humanidade com os seus preconceitos, originados por fanatismos religiosos e falsas noções de moralidade, se calhar é melhor ir viver para países onde ainda existem regimes políticos repressivos e conservadores.”

E alguém respondeu:

“Por aquilo que eu tenho visto e lido, é um falacia que os preservativos evitem gravidez , nem a 80%, sabe qual é a percentagem de proteção dos preservativos? Sabé quantas crianças foram concebidas apesar do uso do preservativo? 
Tem a certeza que as crianças com 12 ou 13 anos sabem usar o preservativo? 
O Sr teria relações com uma mulher com SIDA mesmo usando o preservativo? 
Será que uma criança no inicio da adolescência com 13, 14, 15 anos, tem madurez para decidir ? 
Se tem a maior idade tem que ser aos 12 anos não acha?”

E agora eu responde ao bacano o seguinte:

As crianças poderão saber usar o preservativo se tiverem alguém que lhes ensine bébé… No rótulo tb tem umas instrunções bem giras com um pénis e tudo, a sério nunca viu? Não, provavelmente não teria sexo com alguém com SIDA, se o soubesse! Porque se ela/ele não me informasse eu não sabia! Têm maturidade para decidir? Não mas deixa-me ir perguntar aos meus pais! DUH! E sim vamos só ter sexo depois dos 18… Ah e já me esquecia o que resulta para evitar a gravidez é o coito interrompido hahahaha! Putos é mentira estou a gozar!

Mas a luta de titãs continuou!

“Segundo a Organização Mundial de Saúde a taxa de eficácia do preservativo quer na contracepção, quer na prevenção das DST é de cerca de 99%, infelizmente o site do mesmo não tem tradução para português mas pode consultar o relatório completo em http://www.who.int/reprod… 

Passo a citar: 
“Under this risk assessment, failure to use a condom would obviously result in certain exposure (1.0 probability). Conversely, condom use without breakage or slippage would reduce (if not eliminate) exposure dramatically (0.0 probability).” 

“(…) the pregnancy rate during “typical use” was reported at 6.3%, with a 1.1% pregnancy rate during “consistent use” (45).” 

Ou seja, mesmo quando mal utilizado ou no caso de se romper estamos a falar de taxas de risco inferiores a 7%. E estamos a falar de risco e não de ocorrência de gravidez e infecção, que são literalmente marginais.

Depois a pessoa voltou a contra-atacar!

O estudo mencionado compara , aqueles que têm relações sexuais com preservativo, com aqueles que têm relações sexuais sem preservativo e não é feita nenhuma comparação com aqueles que se abstêm de ter relações sexuais. Mesmo assim 7 pessoas em cada 100 podem contrair doenças como a sida. Ou quase 1 em 10, se acha que o risco é baixo. Mas agora pense que a sida também é transmitida por sexo oral, anal , e quando á frimentos (ferimentos tá?) que sangram e este estudo não teve estes factores em conta. 
  Sabe o problema é que se cai no fatalismo, é “inevitavel os jovens terem sexo então da-se o preservativo”, isto não resolve nada, é como se o Sr tivesse uma infeção e lhe darem um analgesico, poderia até lhe aliviar as dores por algum tempo, mas depois era muito pior porque a infecção se espalharia. 
      Apesar da liberdade sexual , há cada vez mais jovens nos psiquiatras. Cada vez menos casamentos bem sucedidos, cada vez mais filhos que vivem com pais não biologicos e as vezes mais doque um. 
Os jovens são cada vez mais infelizes, depois é o alcool, as noitadas, o sexo, as dogras mais ou menos duras…as gangs a violência etc etc. 
      A cegueira, é que ainda não perceberam que não é uma questão de dinheiro ( os preservativos são baratos), também não é uma questão de facilidade( qualquer farmácia tem uma maquina de preservativos) O problema é que com 12,13,14,15, 16 anos não existe estrutura mental para se ter a consciência das consequências de todos os actos. 
A emoção supera a razão. 

Olhe meu senhor… Há uns 10 anos atrás ninguém ia a um psiquiatra. Há 10 anos as pessoas aguentavam sapos e casamentos mais do que infelizes. As gangs não se diz assim  e há 10 anos diziam-se os gangs… A minha bisavó casou aos 12 anos! Alguém chorou? Alguém a defendeu? Alguém falou da sua estrutura mental? Não! Nickles! E olhe aos 16 anos e mais novos já andam no gamanço e sabem muito bem o que fazem! E sinceramente não é o sexo que o vai estragar! Antes sexo que andar a roubar! Ah e eu que sempre tive uma educação que considero normal comecei a “descobrir-me” aos 12 se é que me entende… Não foi por me terem mostrado foi porque eu descobri! 

Depois houve alguém que disse esta:

“De vez em quando aparece alguém com umas ideias estranhas. Ao distribuir-se preservativos pelos adolescentes, de algum modo está-se a incentivá-los a ter sexo e ao mesmo tempo a retira-lhes a responsabilidade por isso, quando ter sexo é mais próprio de quem já tem maturidade para esse efeito. Está-se a caminhar para a 
banalização do sexo, quando se deveria entender essa 
função como algo da esfera muito íntima de cada um. 
A banalização acabará por lhe retirar o encanto, transformando o desejo em indiferença. 
O que penso, é que a ideia de distribuir preservativos nas escolas, é no mínimo ridícula.”

Eu também acho rídicula. Imenso -_- A sério… Ah vou ali a um daqueles centros de planeamento familiar pedir preservativos… Ah espera, é rídiculo…

Vamos ser realistas! Por mais “bonito” que seja a sbstinência sexual, a espera pelo amor da nossa vida, pensar que os filhos de 12 anos são inocentes as coisas não são assim. Os putos não vão esperar pelo amor da vida deles, os pais não vão tomar essa decisao pelos filhos e muito menos vão eles se abster!

O preservativo não resolve todos os problemas mas é o que melhor se tem para prevenir! As pessoas, incluindo os putos, não vão deixar de ter sexo porque a outra pessoa pode ter uma doença! Basta ver que muita gente com idade para ter juízo nem preservativo usa! Qual é o problema de distribuir preservativos? Medo que desperte algo medonho? Algo natural? Sim natural! A realidade é que os putos já têm relações sexuais! Se isso se torna banal ou não é uma questão de educação feita pelos pais, uma questão de maneira de ser! Quantas pessoas não se fartam de fornicar e depois mudam de vida?! Isto é tão relativo! A verdade é que cada um sabe de si mas a verdade está à frente dos nossos olhos e tenho pena que muitos não queiram ver! Você acha que a sua filha de 12 anos é virgem? Pense duas vezes!

Agora é assim as coisas têm que ter pés e cabeça! Presumo que não vá estar um contínuo a destribuir preservativos à porta da escola. Por exemplo, poderia haver uma espécie de enfermaria ou consultório psicológico ( cm em muitas escolas) onde os putos se possam aconselhar e pedir um condom. Por exemplo. Na minha escola houve um gajo que ao fazer campanha eleitoral para a AE andou a destribuir preservativos… Foi a loucura mas a maioria deles tiveram o seu fim, não numa sanita mas como um balão cheio de ar.

Resumindo: É preciso ter a noção das coisas e da realidade!

Noticias sobre mim, a que desapareceu

Publicado em Uncategorized às Maio 18, 2009 por Ni

Já não venho aqui há séculos! Às vezes penso em ti querido blog mas com a net sempre a cair é uma merda e não csg escrever nada.

Neste momento sinto-me mal disposta à brava. Estou farta de arrotar e isto não passa, que chatice!

Estava aqui a ver os Globos De Ouro e realizei uma coisa na minha vida. Tenho alguma paixão? Tenho? Não! Um Não redondéééérrriiimmmoooo! É horrível! Sinto que ando à deriva num barquinho no meio do oceano que vai parando nas pequenas ilhotas que encontra e de onde apanho uns côcos para comer e seguir viagem… Que cena! Sinto mesmo isso. Uma pessoa com uma paixão sabe o que quer, sabe o que fazer para obter o que quer. Uma pessoa que não tem uma paixão (tipo eu) não sabe o que fazer ou que rumo levar, limita-se a navegar! Nunca tinha pensado nisto desta maneira.

Era mesmo fixe que agora me aparecesse uma cena que me motivasse à brava!

Decidi fazer dieta. Gosto do formato do meu corpo mas estou gorda que nem um pote. EU não ando, rebolo hahaha! Até estou muito motivada. Guardei a roupa que me servia no armário e cada vez que estou prestes a cair na tentação visualizo aquela roupa que já me serviu. Comecei a semana passada e apesar de ter cometido uns erros, não está a correr nada mal :D

Porquê?

Publicado em Uncategorized with tags , , , , às Fevereiro 8, 2009 por Ni

Porquê que quando temos um cabelo no nosso comer ficamos tão enojados? Um cabelo, por mais comprido que seja, é tão pequeno e fininho que não deve carregar sujidade nenhuma. Por isso não nos vai contaminar o comer! Ou estou errada? Presumo que a nojeira de ter um cabelo na comida seja mais do foro psicológico. Do tipo começamos logo a imaginar que temos um cabelo na boca e que não conseguimos tirar. É como ter um pelinho incomodativo na lingua que não consegues alcançar. Certo?

Manifs dos Britishis

Publicado em Uncategorized às Fevereiro 2, 2009 por Ni

“Put British Workers First”. Então vá, peguem nas malinhas e nas trouxas e toca a bazar daqui!

Isto é daquelas coisas que me irritam. Como é que é possível que num pais supostamente civilizado ainda se vejam manifs deste género? Isto não é só para os Ingleses, também serve a casaca a muita malta portuguesa que tem a mania.

Mas acho piada que quem faz este tipo de comentários esquece-se que também há muitos conterranêos a trabalhar noutros países.

Socorro, que este mundo está perdido. Só à chapada msm!!!

Israel e Palestina

Publicado em Uncategorized às Janeiro 20, 2009 por Ni

Bom, após tanto tempo venho práki escrever politiquices.  Isto porque alguém me mandou mais um email sobre “ai os desgraçados dos palestinos e os ai os mauzões dos israelitas”. Era um Power Point todo bem elaboarado de como os isrealitas ocuparam as terras e oprimem os coitadinhos e pobrezinhos. Irritei-me e vim aqui :p

Sabem, na realidade, os isrealitas deviam deixar os palestinos (confesso que não csg dizer palestinianos) atacar Israel. A sério! Nada de muros de proteção nem nd. Como os palestinianos (enrolo a lingua toda!) são coitadinhos e pobrezinhos, os israelitas não deviam fazer nada. Aliás cada atentado feito em Israel e cada israelita morto era uma prenda aos palestinianos! Olha isto cabe na cabeça de alguém??? A sério? Aquela malta que acha que percebe do que fala acha que isto cabe na cabeça de alguém??

Uma guerra que não tem fim é o que isto é! E sim tenho pena dos palestinianos. Se tu nasces palestiniano estás condenado à partida. E sabes porquê? Não porque nasceste ao lado de Israel mas porque na tua terra existe o Hamas, porque na tua terra existe um fanatismo que para nós ocidentais é incompreensivel. Não porque nasceste má pessoa mas porque desde pequeno estás habituado a odiar e isto, meus amigos, já vem de muitos anos e não porque Israel está num território vosso. Infelizmente vocês estão condenados porque vai ser díficil ter uma segunda via (percebem? do tipo nós, malta ocidental, estamos sujeitos a culturas diferentes e vidas diferentes que podemos escolher, já eles nunca viram nada a não ser aquele ódio). Porquê que depois do cessar fogo, o Hamas andou a proclamar vitória a Israel? O Irão deu-lhes os parabéns… É de loucos não é? Só é pena que quem sofre com isto são os inocentes.

Quanto aos Isrealitas. Eles abusam sim. Constroem muros a ocupar terra a mais por exemplo. Mas sejamos francos, eles têm o direito a se defender! Quantos Isrealitas já não morreram também? Neste mundo que se diz que cada um está por si eles estão a defender o que é deles ( e não me venham com o caralho do “os árabes estavam ali primeiro”).

Porquê que eu digo isto? Vejam onde eu obtive esta imensa fonte de conhecimento, no famoso Wikipedia :D

Vejam tudo está bem? Aqui vai:

Palestina (em latim: Syria Palæstina, em hebraico פלשתינה, também ארץ־ישראל, translit.: Éreẓ-Yisraʾel; em árabe فلسطين, translit.: Filasṭīn), é a denominação dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.

Área geográfica da Palestina, conforme definida pelo Império Bizantino, no final do século IV, com as fonteiras das dioceses da Palaestina Prima e Palaestina Secunda.

A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias.

Há alguns anos, porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administradas pela Autoridade Palestiniana, mas, devido aos inúmeros ataques terroristas que sofre, Israel mantém o controlo das fronteiras (eu faria o mesmo) e está actualmente a construir um muro de separação que, na prática, anexa porções significativas da Cisjordânia ocidental ao seu território (sacaninhas).

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas. [1]

O nome

A palavra Palestina deriva do grego Philistia, nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza) se terem fixado no século XII a.C. os Filisteus.

Os Filisteus (e a Palestina pertence oficialmente aos Filisteus, bora lá buscá-los) não eram semitas e sua provável origem é creto-miceniada, uma das mais conhecidas (embora recorrentemente mencionadas) vagas dos chamados “Povos do Mar” que se estabeleceram em várias partes do litoral sul do mar Mediterrâneo, incluindo a área hoje conhecida como Faixa de Gaza. Segundo a tradição bíblica os Filisteus seriam oriundos de Caphtor, termo associado à ilha de Creta. Este povo é igualmente referido nos escritos do Antigo Egipto com o nome de prst, por onde também passaram e foram repelidos.

No século II d.C., os romanos utilizaram o termo Syria Palaestina para se referirem à parte sul da província romana da Síria. O termo entraria posteriormente na língua árabe e é usado desde então para se referir a esta região.

A evolução histórica – Parte extremamente secante, mas se eu csg tu tb csgs!

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III, mas será perdida no final da XVIII dinastia, para ser novamente reconquistada por Seti I e por Ramsés II. Com o enfraquecimento do poder egípcio em finais do século XIII a.C., a região será invadida pelos Povos do Mar.

Um destes povos, os Filisteus, fixa-se junto à costa onde constroem um poderoso reino. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os Filisteus, que se recusam a aceitar a religião hebraica (olha-me estes hein).

As tribos hebraicas (os sacaninhas já aqui estavam) decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os Filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital na Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).

Abrevie-se para afirmar que, salvo breves intervalos (que giro, e tu pensas “não veja nada giro aqui), a região foi dominada por outras potências tais como a Assíria (722 a.C.), os babilônicos (fins do século VII a.C.), os persas aquemênidas (539 a.C.), os greco/macedônios (331 a.C. pemanecendo em poder dos ptolomaicos de 320 a 220 a.C. e dos Selêucidas de 220 a 142 a.C.) passando por uma retomada pelos locais Asmoneus que dominaram daí até o ano de 63 a.C. quando sobreveio o domínio romano, época da qual a maioria das pessoas tomou conhecimento (embora fantasioso) pela filmografia recente.

No ano de 66 d.C. inicia-se uma rebelião dos judeus que foi fortemente reprimida pelos romanos com a destruição do templo de Iavé no ano de 70, e só no ano de 131 a pax romana foi novamente abalada por rebeliões ao fim das quais o imperador Adriano tornou Jerusalém na Colonia Aelia Capitolia.

Passando pela divisão do Império Romano, a região viveu entre 324 d.C. e 638 d.C., extrema prosperidade e crescimendo demográfico, sendo de se considerar que a esta altura a população era de maioria cristã, aliás, religião oficial do Império Bizantino.

No ano de 614 a região acaba de ser encampada pelos persas Sassânidas que mantém seu jugo até o ano de 628 e no ano de 638 toda a região está sob o domínio árabe muçulmano.

De 1517 a 1917 i império Otomano (também me fui informar que império foi este, são uns turcos mas já não existem quanto sei) controla toda região (incluindo Síria e Líbano).

No século XIX (1880 em diante), judeus começam a migrar para a região comprando terras. (Sem querer aqui armar-me em esperta mas apenas a dar na cabeça de quem fez aquele Power Point, ao contrário do que dizer eles não foram “enviados” pra Palestina no fim da 2ª guerra. Eles já lá estavam! Informem-se).

Durante a 1ª Guerra Mundial, o império Otomano apoia a Alemanha, acabando derrotado, com a ajuda de povos árabes que auxiliam às tropas aliadas, com a promessa da constituição de um estado árabe independente (é o que dá acreditarem em promessas), no médio oriente. Na sequência do final da 1ª Guerra Mundial (1917), a parte sul do Império Otomano foi atribuído à Grã-Bretanha (Jordânia, Israel e Palestina) e à França (Líbia e Síria).

Em 1923 a Grã-Bretanha divide a sua zona em dois distritos administrativos, separados pelo rio Jordão, sendo que os Judeus apenas seriam permitidos na zona costeira, a oeste do rio (cerca de 25% da parte britânica). Os árabes dessa zona rejeitam a divisão, receando tornar-se uma minoria e incitados pelo crescente nacionalismo árabe no médio oriente, assim como apoiando-se no acordo pós 1ª Guerra Mundial.

A Grã-Bretanha entrega a resolução do problema às Nações Unidas em 1947. A Assembleia Geral das Nações Unidas determina a partilha da Palestina (os 25% em disputa) entre um Estado Judeu e outro Estado Árabe baseado na concentração das populações, através da resolução 181. A 14 de Maio desse ano os israelitas declaram a constituição do estado de Israel, levando à declaração de guerra por parte de Egipto, Jordânia, Síria, Líbano, Arábia Saudita, Iraque e Iémen. Nos 19 meses seguintes, na chamada Guerra da Independência, Israel acabaria por perder cerca de 1% da sua população, mas sairia vencedora, formando um pais maior que o inicialmente proposto pelas Nações Unidas dois anos antes. Egipto e Jordânia ocupam o território restante.

Em 1967, Egipto, Jordânia e Síria mobilizam os seus exércitos, com vista à destruição do estado Israelita. Naquela que ficaria conhecida como Guerra dos seis dias, Israel derrotou os três exércitos em outras tantas frentes, ocupando a península do Sinai (Egipto), Montes Golam (Síria) e Cisjordânia (Jordânia), incluindo o total controlo sobre Jerusalém.

No ano de 1982, Israel devolve a península do Sinai ao Egipto (Era o que mais faltava ficarem com o Sinai pfff).

O domínio árabe

Ao contrário de várias potências que por alí só estenderam seu domínio de passagem, as vezes legando a administração da região a potentados locais, os árabes (à semelhança dos antigos hebreus) se estabeleceram na região, e o primeiro elemento cultural que introduzam foi a língua uma vez que aparentada com o aramaico, obteve fácil aceitação.

Desde o ano de 660 até 750, vigorou o domínio omíada, cuja capital era Damasco datando daí a construção do Nobre Santuário na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém, substituída pela dinastia dos abássidas cuja capital era Bagdá que dominou até o ano de 974, seguindo-se a dinastia dos fatímidas que perduraram até o ano 1071.

Ao fim do longo domínio árabe de mais de quatro séculos, a religião islâmica acabou amplamente majoritária, seguindo-se de uma pequena minoria de cristãos e um menor número ainda de judaítas Samaritanos, até quando, no ano de 1072, sobreveio a conquista da região pelos turcos seldjúcidas que tinham capital em Bagdá.

No ano 1099 com a Primeira Cruzada europeus conquistaram Jerusalém e lá estabeleceram o seu domínio sob o nome de Reino Latino de Jerusalém cuja existência periclitante em meio à sociedade islâmica se demorou até o ano de 1187 quando a cidade foi reconquistada por Saladino.

O Império Otomano

Após a expulsão dos Cruzados, a Palestina tornou-se parte do Sultanato mameluco (que vem de maluco) do Egipto, integrada no distrito (Wilayah) de Damasco (frutaaaa).

Sob a administração mameluca a região viveu cerca de 100 anos de prosperidade, com a consequente reconstrução de escolas, mesquitas destruídas ou negligênciadas durante o período dos Cruzados. Em torno de 1382 a expansão territorial dos Mamelucos leva-os a confrontarem os Mongóis, e posteriormente os Otomanos. Estas campanhas vão estender-se até 1516, quando as forças do Sultão Selim I derrotam os Mamelucos na batalha de Marj Dabiq, e ocupam a totalidade da Palestina. (Esta gente não descansava um minuto).

Durante os próximos 400 anos, o nome Palestina praticamente desaparece, pois a designação oficial sob a administração turca, uma vez que estes dividem o território em sub-províncias (vilayet) que recebiam o nome da sua cidade capital (ex.: vilayet de Saida)(Na realidade é via de saída, estou a brincar :P ).

Em 1799, durante a Guerras Napoleónicas, e no âmbito da Campanha do Egito, as tropas napoleónicas invadem por pouco mais de um mês as cidades de Jaffa, Haifa e Caesarea; é ainda nesta altura, durante o cerco a Acre, que um estadista europeu (a culpa é toda deste gajo :p) publicamente avança com a ideia de um estado judaico na Palestina. De facto, Napoleão tinha uma proclamação preparada nesse sentido, mas nunca chegou a ser publicada.

Entre 1832 e 1840 esteve sob administração do Egipto de Muhammad Ali, voltando à dependência directa do Império Otomano no fim desse período.

Em 1873 a região é reorganizada administrativamente, sendo dividida em três grandes àreas: a Norte, de Jaffa a Jericó e o Rio Jordão a pertencer ao vilayet de Beirute. De Jaffa, ao longo da costa até ao Sinai, pertencia ao distrito de Jerusalem, enquanto o restante território (Península do Sinai, Deserto de Negev pertencia ao vilayet de Hijaz, que se estendia até à parte ocidental da Arábia.

É também em torno desta data que os primeiros emigrantes judeus europeus, sionistas, começam a chegar à Palestina. A escola Mikveh Israel tinha sida fundada em 1870 pela Alliance Israélite Universelle, com o objectivo de ensinar aos colonos como cultivar a terra, por forma a obter os melhores resultados. As terras exploradas por estes colonos eram arrendadas directamente à administração Turca.

Apesar das designações oficiais, o termo Palestina foi utilizado de forma informal, não só pelas populações locais, como em algumas situações, mesmo pelos Otomanos; a partir do século XIX a expressão Arz-i Filistin (A Terra da Palestina) aparece em vários documentos oficiais para indicar uma região a Oeste do Rio Jordão num sentido lato.

O Império Otomano era um dos membros da Tríplice Aliança, e portanto inimigo da Inglaterra na Primeira Guerra Mundial. Os ingleses, sobretudo a partir do Egipto lançaram várias ofensivas contra os turcos, nomeadamente através das acções de Lawrence of Arabia, que à frente das forças arabes conquista a região, chegando até Damasco a 1 de Outubro de 1918. Contudo, um ano antes, a 2 de novembro de 1917, o então ministro britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, havia enviado a Lord Rothschild a carta, conhecida como a Declaração de Balfour, na qual comprometia a Inglaterra na criação de um estado judaico.

Com o Tratado de Versalhes a Palestina no seu sentido lato é dividida entre a França, que ocupa os actuais Libano e a Síria, e a Inglaterra.

O enquadramento legal desta situação será dado pelo Mandato Britânico na Palestina produzido pela Sociedade das Nações, que baseado no Acordo Sykes-Picot previa que a Palestina seria colocada sob administração internacional.

Esta situação iria manter-se até ao final da Segunda Guerra Mundial.

Do Mandato Britânico a Israel

Apoiada no Mandato Britânico na Palestina, a Inglaterra estabelece uma administração semi-colonial, que apesar da Declaração de Balfour é reticente quanto à emigração judaica, tentando apaziguar a reacção da população árabe – receosa de passar a ser uma minoria, por um lado, e por outro sentindo-se traída pelas promessas feitas por Lawrence da Arábia durante a guerra contra os turcos a Faiçal, e depois quebradas.

A insatisfação é crescente entre os grupos de sionistas. Então, já em 1931, surge o primeiro grupo terrorista conhecido como tal, o Irgun (ou seja um grupo terrorista judaico :O). Essa força para-militar sionista consistia em apressar a criação do estado de Israel pela imposição da força, expulsar e massacrar os povoados palestinos que se recusavam a vender suas terras aos sionistas, tal como vemos aconteceu com vila Deir Yassin.

A ascensão do Nazismo e as perseguições aos judeus aumentam a pressão migratória sobre a administração inglesa, que, face a uma crescente oposição arabe, à qual não é estranha a ajuda nazi ao Grão-Mufti de Jerusalém, Mohammad Amin al-Husayni, na propaganda antijudaica, fecha cada vez mais os portos, chegando mesmo a repatriar emigrantes judeus para a Alemanha nazi.

No final da Segunda Guerra Mundial, os sobreviventes do Holocausto são impedidos de emigrar para a Palestina pela administração britânica. Os ânimos de ambos os lados exaltam-se e são acompanhados por uma escalada de violência que a Inglaterra já não consegue conter.

A Grã-Bretanha, enfraquecida pela guerra e debilitada pela acção dos grupos judaicos extremistas- que, após uma trégua durante a guerra, regressam mais activos e combativos no apoio à emigração clandestina e na luta armada – e de grupos arabes igualmente activos, entrega a administração da Palestina à recém-criada Organização das Nações Unidas(ONU).

O aumento dos conflitos entre judeus, ingleses e árabes forçou a reunião da Assembleia Geral da ONU, realizada em 29 de Novembro de 1947, que deliberou a partição da Palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira (deviam disse bem e era tão bom se assim fosse).

A 14 de Maio de 1948 David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência. A Liga Árabe recusa esta partilha, e não reconhece Israel.

Da Fundação de Israel à atualidade

Em 15 de Maio de 1948, um dia depois da fundação do Estado de Israel, sete exércitos de países da Liga Árabe atacaram Israel.

Durante a Guerra árabe-israelense, estimulada pelos países árabes, a maioria da população árabe da Palestina foge para os países vizinhos (Libano, Jordânia, Síria e Egipto) em busca de segurança. Com a vitória de Israel, a maioria desses refugiados, cerca de 750 mil, fica impedida de regressar às suas terras.

É na sequência do trabalho efetuado no apoio a estes refugiados que nasce o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

Após um período inicial de estadia nos países árabes vizinhos, muitos destes refugiados são expulsos desses países de acolhimento, dirigindo-se para o sul do Líbano, onde permanecem em campos de refugiados até hoje.

Em 1964, o Alto Comissariado da Palestina solicitou à Liga Árabe a fundação de uma Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cujo missão estatutária é a destruição do Estado de Israel. Em 1988, a OLP proclamou o estabelecimento de um estado palestiniano. O principal líder da organização foi o egípcio Yasser Arafat, falecido em 2004. Arafat, após anos de luta contra Israel, renegou a luta armada, a violência e o terrorismo e iniciou as negociações que levaram aos Acordos de Paz de Oslo.

Desde 1994 parte da Palestina está sob a administração da Autoridade Nacional Palestiniana, como resultado dos Acordos.

Atualmente a Palestina é governada pelo primeiro-ministro Ismail Haniyeh, do Hamas, e pelo presidente Mahmoud Abbas, do Fatah, tendo havido confrontos armados entre os dois grupos em Gaza em 2007.

Fim

De quem é a culpa afinal? Quem é que começou? Se leram isto e se este artigo está como deve ser eu vou deixar que a resposta venha da vossa boca e da vossa cabeça. Independentemente de uns serem coitadinhos e de outros serem os mauzões!

In lobe

Publicado em Uncategorized às Dezembro 18, 2008 por Ni

Epa estou totalmente in love pelo novo corte da Norah Jones!!!! E apareceu na atura certa porque ando à procura de um novo corte de cabelo e é tão lindo!!

Aposto que toda a gente vai entrar em choque e dizer que me vou arrepender e não sei quê e o camandro :p

Check it out!

 

Não sei se repararam mas eu apareço ali! É só pra me imaginarem com o novo cabelo muahahah! Agora vou acabar as compras de Natal. Xuac

Que fixe!!!

Publicado em Uncategorized with tags , , às Dezembro 4, 2008 por Ni
Descoberto híbrido animal-planta
O primeiro animal que faz a fotossíntese foi encontrado no Atlântico.
Virgílio Azevedo
22:15 | Terça-feira, 2 de Dez de 2008
 

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A lesma marinha adquire a capacidade de fotossíntese depois de comer uma alga

É uma pequena lesma marinha com três centímetros de comprimento, que vive na costa atlântica da América do Norte, e que tem um poder até agora desconhecido na Natureza entre o reino animal: depois de comer uma alga adquire a capacidade de fotossíntese característica das plantas.

Chama-se “elysia chlorotica” e foi descoberta por uma equipa de investigadores de universidades norte-americanas e da Coreia do Sul, liderada por Mary Rumpho-Kennedy, professora de bioquímica e investigadora na Universidade do Maine. Segundo a revista científica ‘New Scientist’, a lesma marinha “é a forma suprema de energia solar: come uma planta e torna-se fontossintética”. Este híbrido animal-planta gelatinoso de cor verde parece uma folha de árvore e conquista essa capacidade – que se mantém durante vários meses – com genes provenientes da alga que come, a “vaucheria litorea”.

O pequeno ser obtém os cloroplastos – isto é, os objectos celulares verdes ricos em clorofila que permitem às células das plantas converter a luz solar em energia – e armazena-os nas células ao longo do seu intestino. O mais curioso é que as “elysia chlorotica” no estado jovem que se alimentem de algas durante duas semanas, podem viver o resto das suas vidas – um ano, em média – sem comer.

Mas os cientistas ainda não conseguiram descobrir tudo sobre este estranho ser marinho, como reconhecem num artigo publicado na revista de referência mundial ‘Proceedings of the National Academy of Sciences’. Com efeito, os cloroplastos contêm ADN para codificar apenas 10% das proteínas necessárias para os manter activos e a equipa norte-americana está a ponderar várias explicações para este mistério. Mas, apesar disso, Mary Rumpho-Kennedy admite que “estes organismos fascinantes podem transformar o próprio ensino dos princípios básicos da biologia”.

Texto publicado na edição do Expresso de 29 de Novembro de 2008

Olá

Publicado em Uncategorized às Novembro 28, 2008 por Ni

Enquanto espero que os senhores venham arranjar a máquina de lavar roupa vou escrever um desabafozeco.

Não sei o que fazer da minha vida. A sério, ando numa encruzilhada tal… Por estupidez presumo. Tudo por causa de um gajo! Sempre fui contra as mulheres que deixam de fazer coisas por causa dos namorados mas ando numa espécie de “situação semi semelhante”. Semi porque ñada me impede incluindo ele.

Eu explico. A maioria dos meus colegas agora vai tudo pra fora, pró estrangeiro ( :p ) e com óptimas oportunidades. Uma pessoa sente-se tentada a tentar mesmo sabendo que posso não conseguir. Ao mesmo tempo há aquela força Ivoida que me deixa louca e sem razão… O que eu luto contra né. Depois junto a isto um “não sei se é mesmo isto que eu quero”. No final não faço nada… Que merda, estou tão confusa que me destrói por dentro!

Hoje vou buscar o meu preto Victoriano da Silva ao aeroporto. Já tenho saudades dele e da sua alegria contagiante :p Já sei que me vai dar na cabeça por não andar a trabalhar nada nem a tirar a carta! Mas eu mereço!

Gostava de saber (acho que sei na realidade) quem foi a “vaca” que disse ao meu prof que eu fiquei de cama por causa do trabalho de campo. Estou lixada! Tive uma paragem de digestão há duas semanas que me deixaram dois dias sem comer e sem me mexer e era mais que óbvio que não podia ir trabalhar no campo no dia seguinte ao gregório e aos três desmaios seguidos. Agora não era para dizer nada ao homem! Mais do que óbvio, é mesmo pra lixar!

Esta gente tira-me do sério às vezes.

No fim de semana passado fui conhecer os sogros ao Porto. Vergonhasamente nunca lá tinha ido. Aliás estive mas foi há muitos anoooosss quando não havia metro e toda a gente gozava com isso :p Enfim, o convivio com os sogros correu muito bem mas só conseguimos dar uma mini volta pela cidade de carro e quero lá ir outra vez ver melhor :p A casa da música é algo muito estranho. O design é giro e tal mas o contexto onde está situado (espectacularmente bem escrito :O) é algo estranho e descontextualizado!

Abriu o Forum Barreiro :p Ah pois é nós já temos um centro comercial com mais de 10 lojas :p Até é girinho. É meio aberto e meio fechado e tem um Pingo Doce minúsculo e montes de lojas fixes. Só não tem a Zara o que me mata por dentro :p Em vez de tantas lojas de lingerie podia ter uma Zara né :p Ah e também a zona da restauração está cheia de velhotas que vão para lá e não consomem :p Taditas!

Na semana de abertura ouvi dizer que houve lá um assalto :p Típico barreirense. Agora é esperar que alguém comece a grafitar aquilo por todos os lados…

E pronto, por hoje é tudo. Um bem haja para todos!

bah bah bah – personal post

Publicado em Uncategorized às Outubro 31, 2008 por Ni

Em quantas pessoas confias na tua vida?

Tive uma desilusão tão grande que me caiu o mundo aos pés… A sério. Já não basta estarmos a passar uma má fase e pumba uma pessoa ainda faz pior.

Às vezes me perguntou se alguma vez vou encontrar um verdadeiro amigo ou alguém que não me espete uma faca nas costas! :( Sinto me só e estúpida por acreditar nas pessoas. Bah!

Vou para Lagos este fim de semana, depois conto :P

xuac

Renovação

Publicado em Uncategorized às Outubro 16, 2008 por Ni

Este blog precisa urgentemente de uma renovação e de uma cara nova! Até os links precisam de ser actualizados :O

Aguardem que há-de sair daqui uma grande coisa. Quero mandar um beijinho à Wildy e ao SM os meus grandes comentadores residentes :P